E como eu gostei demais da conta de Paris, Te Amo (Paris Je T’Aime), um filme-patchwork com 18 curtas-metragens passados na Cidade Luz, colo aqui um dos melhores segmentos do filme.
Pelo andar da carruagem, a execução dos hinos nacionais vai estar abolida nas OlimpÃadas de 2012. Deve ser substituÃda por “Total Eclipse of a Heart”, de Bonnie Tyler.
É o que me ocorre ao ver o logotipo oficial da 30ª edição dos jogos idealizados pelo Barão Pierre de Coubertin.
Imagino a cena. Billy Idol cantando o tema de abertura. Bonnie Tyler entregando as medalhas, para deleite dos Klaxons, que deram, claro, consultoria para a cerimônia de abertura (muito neon, colagens e chroma key).
Hot Chip, uma das revelações da cena new rave, foi inspiração certa.
Não bastasse a reação negativa à marca, a organização dos jogos lançou um vÃdeo institucional pra reforçar o branding.
Londres, 2012
Mas conseguiu, como primeira conquista, ativar as sensibilidades dos portadores de epilepsia, que, passados com o trecho do nadador, fizeram com que o VT saÃsse do ar.
Ingressos, lanches, amigos, cadeiras, trailers, DVDs-R (abafa), ação! Bem que nossa vida podia ser essa, apenas. Bem, tenho tentado fazer da minha algo perto disso. Dentro da sala de projeção e na frente do aparelho de DVD o máximo de tempo possÃvel. (E sem pensar nas implicações dessa atitude como fuga ou sublimação.)
uma das (várias) grandes cenas de sunshine. “wow, olive, your getting big. almost like a… real person”
entre quatro paredes. Elegância no roteiro, insights na trilha sonora, segurança no trabalho de câmera, leveza e densidade nas atuações. Tudo isso e muito mais figuram na mais recente empreitada do diretor/roteirista Todd Field, Pecados �ntimos. Numa pequena cidade dos EUA, casos abafados, sussuros de culpa e execração pública imersa em hipocrisia alinhavam o cotidiano de um grupo de moradores.
Nunca fui de ar muita bola para as dicas-hype-causação do Lúcio Ribeiro. Tipo, odeio Arctic Monkeys e outras bandas que ele indica. Mas dessa vez dei o braço a torcer com esses tais Klaxons e seu emotivo acento pop-punk (ou new rave, como chamaria Ribeiro).