Palhaços
Segunda-feira, Fevereiro 4th, 2008Deu vontade de aprender a tocar violão:
Deu vontade de aprender a tocar violão:
E o título de melhor nome de disco de 2007 já tem dono. Vai para o matchbox 20 e o seu
Exile on Mainstream

Acho muita atitude frescar com os Stones e o sempre fundamental Exile on Main Street.

Mas que a comparação fique só nos nomes dos álbuns, né… Para além da boa piada no batismo do disco, se os norte-americanos tiverem bala para uma nova “Disease” ou “Lonely No More”, já está bom demais.
![]() keyshia cole, cantora |
![]() daniel peixoto, cantor |
Extra! Britney renasce no corpo de Avril Lavigne!
Nesse momento Lady Lu da carreira, ela ousou com versões de Jackson 5 e uma mini-cover de Pussycat Dolls, em plena festa brega! Mas ela ainda atende a audiência: ela foi mantida como deusa duas vezes durante o show. Hiperbólica, obsessiva, umedecida: ela foi isso e mais.
Meu agradecimento é virtual, mas vai sincero como a vida daquela flor. Ela morreu, quem sabe para que me descobrisse dono de algum olhar apto à perenidade.
a capa.

(trilha incidental: ambiências eletrônicas do início de “O Amor e o Poder”, remix)
O que é a tarefa de se manter um padrão de entretenimento, não é mesmo?
Contextualizando o momento histórico em que Rosana pontificava em auditórios como o de Chacrinha, um souvenir de época:
Clocks, Clocks, Clocks! Sempre na hora certa. Me perguntava sempre - após comprar passagens e ingresso - se o tal show “intimista” do Coldplay iria deixar de lado os truques de palco que deram fama às turnês dos caras. O principal deles é esse bendito raio laser. Para mim, a conjunção de “Clocks” e esse arranjo cênico é em muito responsável por aquele “sentimento de mundo” a que me referi um post abaixo. Uma canção para que constatemos o quanto o mundo é vasto, e o quanto a vida passa depressa. Essas constatações que devemos fazer vez ou outra na vida, sabe?
Felizmente, pude me sentir “parte do plano” - ou “parte da doença” -, como o Coldplay gosta de dizer nas canções. Tipo, algo maior. Não mais um Carnaval, ou mais um feriado bacana. Algo além do bacana, do ordinary. Como se o céu fosse mesmo o limite. Numa situação assim, cada detalhe parece ganhar algo de transcendência. Desde as etapas vencidas no transporte público até a chegada à casa de shows, à camiseta comprada na porta, as fotos-registro continuamente visualizadas, dias, meses depois. Conversas numa mesa de restaurante, com gente desconhecida, em uma sintonia só alcançada por quem está eufórico. Ear-phoria. Play it again, Chris.