Archive for the ‘música’ Category

Palhaços

Segunda-feira, Fevereiro 4th, 2008

Deu vontade de aprender a tocar violão:

Caixas de fósforo que rolam

Sexta-feira, Outubro 12th, 2007

E o título de melhor nome de disco de 2007 já tem dono. Vai para o matchbox 20 e o seu

Exile on Mainstream

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Acho muita atitude frescar com os Stones e o sempre fundamental Exile on Main Street.

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:D

Mas que a comparação fique só nos nomes dos álbuns, né… Para além da boa piada no batismo do disco, se os norte-americanos tiverem bala para uma nova “Disease” ou “Lonely No More”, já está bom demais.

separados no nascimento

Terça-feira, Setembro 4th, 2007
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keyshia cole, cantora

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daniel peixoto, cantor

the best damn thing

Quinta-feira, Agosto 16th, 2007

Extra! Britney renasce no corpo de Avril Lavigne!

fede a lixo

Quinta-feira, Abril 5th, 2007
Alanisando bem…

rosana nas alturas

Quarta-feira, Março 21st, 2007
E quem sobreviveu, que conte. Ela esteve lá, botox e calça Gang em dia, a serviço da libido coletiva e incontida. Aos que a chamaram de “travestizão”, Rosana respondeu com beijo arremessado e cumprimentos.

Nesse momento Lady Lu da carreira, ela ousou com versões de Jackson 5 e uma mini-cover de Pussycat Dolls, em plena festa brega! Mas ela ainda atende a audiência: ela foi mantida como deusa duas vezes durante o show. Hiperbólica, obsessiva, umedecida: ela foi isso e mais.

Mudanças na vida da gente

Domingo, Março 11th, 2007
Tive o prazer de receber dos meus amigos da Eletrocactus o EP Ver Viajar, com seis canções do grupo. Na capa, uma singela foto feita por mim quando ainda tínhamos um viçoso pé de maracujá em nosso quintal. Hoje quimera, o (bendito) fruto está eternizado em verso e tinta.

Meu agradecimento é virtual, mas vai sincero como a vida daquela flor. Ela morreu, quem sabe para que me descobrisse dono de algum olhar apto à perenidade.

a capa.

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rox

Domingo, Março 11th, 2007

Tutti-fruti

Quarta-feira, Março 7th, 2007
E depois do arrasa-quarteirão chamado Coldplay, o próximo show será o de ninguém menos que Rosana. Botox para superar a emoção.

(trilha incidental: ambiências eletrônicas do início de “O Amor e o Poder”, remix)

O que é a tarefa de se manter um padrão de entretenimento, não é mesmo?

Contextualizando o momento histórico em que Rosana pontificava em auditórios como o de Chacrinha, um souvenir de época:

nothing else compares

Domingo, Março 4th, 2007

Clocks, Clocks, Clocks! Sempre na hora certa. Me perguntava sempre - após comprar passagens e ingresso - se o tal show “intimista” do Coldplay iria deixar de lado os truques de palco que deram fama às turnês dos caras. O principal deles é esse bendito raio laser. Para mim, a conjunção de “Clocks” e esse arranjo cênico é em muito responsável por aquele “sentimento de mundo” a que me referi um post abaixo. Uma canção para que constatemos o quanto o mundo é vasto, e o quanto a vida passa depressa. Essas constatações que devemos fazer vez ou outra na vida, sabe?

Felizmente, pude me sentir “parte do plano” - ou “parte da doença” -, como o Coldplay gosta de dizer nas canções. Tipo, algo maior. Não mais um Carnaval, ou mais um feriado bacana. Algo além do bacana, do ordinary. Como se o céu fosse mesmo o limite. Numa situação assim, cada detalhe parece ganhar algo de transcendência. Desde as etapas vencidas no transporte público até a chegada à casa de shows, à camiseta comprada na porta, as fotos-registro continuamente visualizadas, dias, meses depois. Conversas numa mesa de restaurante, com gente desconhecida, em uma sintonia só alcançada por quem está eufórico. Ear-phoria. Play it again, Chris.