Toque de mídias
Domingo, Abril 22nd, 2007

revista plenário e livreto grupo edson queiroz.
Num passado recente, eu dava de aparecer em fotos de jornal. Desde lá, a vocação para papagaio de pirata se consolidou, e hoje até já concedo entrevistas para a tevê (pergunte-me como). Ainda que, para conseguir isso, tenha de repetir a resposta à pergunta da repórter.
Mas chega de auto-celebração. Bom mesmo é ser anônimo e poder se passar muito num paraíso litorâneo qualquer. Por obra e graça das fab four Ivs, Ju, Nat 20×25 e É-Manu, fui bater em Canoa Quebrada e queimei a língua total. Tinha o local em péssima conta, depois de anos a fio de histórias sobre carnavais, falta d’água e a reputação mauricinha do lugar.
A afamada Broadway é mesmo reduto de camisas Tommy Hilfiger e caixas de som troando forró, mas… quem se importa? Na companhia das citadas, e de uma (de cada vez) Heineken, lá fui eu ver qual era a desse lugar, uma espécie de Jeri a posteriori, com calçamento e tals.

aqui é majorlândia, que funcionou mais como um chill out de canoa. esperando pelas fotos da máquina de ívila.
Bem, perfume forte de multiculturalismo e além. Confusão de sons e líquidos, bebida gelada, de vez em quando, mas vários achados. Não ter vergonha de dançar no Caverna (éramos os únicos), dar uma escapulida até a No Name (rápida, dado o clima bas-fond do lugar), descer a falésia rumo a uma festa de reggae (e dá vontade de estar lá mesmo!). Ver o tempo passar rapidinho.
Pra, claro, ver um nascer do sol muito do bacana. E ver que Canoa podia ser a Califórnia. Ou Saint Tropez. Apenas a duas horas daqui.
Vão lá. Mas o façam se estiverem em clima de “vexame, tô nem aí”. Caso contrário Canoa será só uma balada barulhenta e crowded.
(…)
Mas sim, eis que me chega agora um update de última hora. O que o é investir na paródia da paródia, não é mesmo? Será que Alanis gostou dessa?
no drama.
(…)
e o que é mesmo a orgia visual de Maria Antonieta? Com direito a All Star aparecendo entre os sapatos de época?